Arquivo da Categoria: Literatura

Domingo

Como será o mundo daqui a 1000 anos? (Rogério Colaço, presidente do Instituto Superior Técnico)

Conseguirão a tecnologia e a ciência encontrar o segredo para um novo futuro?

Uma conversa que parte do livro "3020, A conspiração de Atlântida".

Resumo: Muitos anos após a Guerra do Milénio, um período negro, marcado por guerras, doenças e catástrofes naturais, a humanidade descobre, a poucos quilómetros da costa portuguesa, uma fonte limpa e inesgotável de energia e constrói a Plataforma Experimental Energética Atlântida ou, mais simplesmente, como havia de ficar para sempre conhecida: Atlântida.
Fruto dos enormes avanços científicos e tecnológicos a humanidade alcançara, no início do quarto milénio, um período único de paz, prosperidade e qualidade de vida. No entanto, a morte de uma pessoa e o misterioso desaparecimento dos seus dados pessoais vão desencadear uma inesperada sucessão de acontecimentos que poderão vir a ditar uma nova realidade em todo o mundo.

Lusofonia

A Solidão da Palmeira - Olinda Beja

(...)Embora sabendo que a árvore se haveria de ressentir de tanto peso a sugar-lhe o ventre era um gosto vê-la assim todos os dias na paisagem tropical de azuis e verdes com aqueles adereços quais bailarinas em dias de vento! Aquilo era uma pintura na tela da mãe-natureza.(...)

Bibliotecas - São Tomé e Príncipe

As bibliotecas, no mundo ocidental, talvez sejam espaços reservados, um pouco vazios de leitores. São locais encantadores, guardiãs de múltiplos saberes e ponto de acesso aos livros e ao conhecimento. Locais, por vezes procurados, pelos computadores e acesso à teia WWW, são locais que se devem visitar e conhecer.

in https://www.saotome.embaixadaportugal.mne.pt/pt/a-embaixada/centro-cultural-portugues

Em São Tomé, o Centro Cultural Português reabriu ao público e continua a sua missão. Um local a conhecer através de uma reportagem da RTP África (minuto 11:25) sobre a reabertura do Centro Cultural Português e a nossa biblioteca.

Saramago - fragmento

José Saramago

in “Memorial do Convento”

(…) não há em Portugal trigo que baste ao perpétuo apetite que os portugueses têm de pão, parece que não sabem comer outra coisa, por isso os estrangeiros que cá moram, doridos das nossas necessidades, que em maior volume frutificam que sementes de abóbora, mandam vir, das suas próprias e outras terras, frotas de cem navios carregados de cereal (…)