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7.ª Conferência de Professores EspaciAis

7.ª Conferência dos Professores EspAciais: Workshops e palestras

As palestras da conferência serão transmitidas no canal do YouTube do Pavilhão do Conhecimento - Centro Ciência Viva, entre as 18h e as 20h.

"segredos mais obscuros do Universo"

O Prémio Nobel da Física de 2020 foi atribuído a Roger Penrose, Reinhard Genzel e Andrea Ghez.

Destacou o trabalho criativo de Roger Penrose na área da Relatividade Geral por descobrir que a formação de buracos negros"é uma previsão robusta da teoria geral da relatividade".

Por outro lado, o trabalho de Ghenzel e Ghez levou à descoberta de "um objeto compacto supermassivo no centro" da Via Láctea.

Saber mais: Physics Nobel Awarded for Black Hole Breakthroughs

Vénus

O anúncio da descoberta uma molécula rara denominada fosfina ou hidreto de fósforo nas nuvens de Vénus pode levar a importantes desenvolvimentos. A deteção desta molécula fosfina poderá indicar vida “aérea” extraterrestre em Vénus ou ao desenvolvimento de um novo caminho de síntese química deste composto, ainda por identificar.

Saber +:

ESO

Nature

2015

No início do século XX, Einstein previu a existência de ondas gravitacionais. A 14 de setembro de 2015, a colaboração LIGO (> 1.200 físicos) observou essas ondas gravitacionais pela primeira vez, originadas por dois buracos negros que se fundiram há 1,3 mil milhões de anos.

A observação levou a uma forma inovadora de estudar o nosso universo e à atribuição do Prémio Nobel de Física (2017) a Rainer Weiss, Barry C. Barish e Kip S. Thorne “por contribuições decisivas para o detector LIGO e a observação de ondas gravitacionais.

Recordar

A 14 de setembro de 1915 nasceu Jonh Lowry Dobson, co- fundador dos San Francisco Astronomers Sidewalk e conhecido pela criação / invenção de um telescópio barato e muito prático, o telescópio dobsoniano (telescópio refletor newtoniano).

Just for fun

Detecção do trânsito planetário de um exoplaneta com um telescópio de pequena abertura

Neste trabalho mostramos como observar um trânsito planetário com um telescópio de pequena abertura, bem como a estratégia utilizada para selecionar o objeto, fazer as observações, o tratamento e a análise dos dados. Como exemplo observamos o trânsito planetário na estrela WASP 76 e fizemos uma estimativa do tempo do trânsito, do raio do planeta, do semieixo da órbita e da inclinação orbital. Os resultados obtidos mostram que mesmo com telescópios com configurações instrumentais modestas e instalados em locais com poluição luminosa é possível obter dados satisfatórios do trânsito planetário em estrelas brilhantes. A partir desse resultado defendemos que é possível realizar trabalhos de Astronomia observacional com telescópios de pequena abertura, como os inúmeros que existem nos diversos miniobservatórios instalados em universidades e centros de pesquisa do Brasil, de forma a proporcionar o letramento científico de estudantes de cursos de graduação e do ensino médio.

Palavras-chave: trânsito planetário; exoplaneta; curva de luz; miniobservatório; letramento científico