Inteligência

«Pensar, analisar, inventar (escreveu-me também) não são atos anómalos, são a normal respiração da inteligência. Glorificar o ocasional cumprimento dessa função, entesourar amigos e alheios pensamentos, recordar com ingénua estupefação o que o doctor universalis pensou é confessar a nossa fraqueza de espírito ou a nossa barbárie. Todo o homem tem de ser capaz de todas as ideias e entendo que no porvir o será.»

Borges, J. L. (2013). Ficções. Quetzal.

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