Lusofonia

A Solidão da Palmeira - Olinda Beja

(...)Embora sabendo que a árvore se haveria de ressentir de tanto peso a sugar-lhe o ventre era um gosto vê-la assim todos os dias na paisagem tropical de azuis e verdes com aqueles adereços quais bailarinas em dias de vento! Aquilo era uma pintura na tela da mãe-natureza.(...)