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Fazer horários nas actuais circunstâncias é um trabalho difícil. Há duas possibilidades principais: manter mais ou menos as coisas como estavam no regime presencial, se é que os horários estavam bem feitos ou redesenhar por completo a lógica dos horários e da própria geografia escolar, com horários desfasados e um "zonamento" temático/por ano/ciclo da escola, um pouco como já existiu em construções escolares do passado ou, por exemplo, em algumas EBI.

Apesar de boas práticas que sempre existirão, afirmei “o que com enorme esforço e motivação foi estruturado no ensino à distância (E@D) foi uma resposta de emergência que procurou substituir e minimizar o impacto do encerramento das escolas, mas não é uma alternativa, dificilmente o será sobretudo nos primeiros anos de escolaridade e em particular no caso de alunos com necessidades especiais".

Diversos cenários que têm sido projectados para o novo ano lectivo: aulas presenciais para todos ou só para os mais novos; regime de turnos e horários alargados para reduzir a concentração dos alunos; b-learning, com algumas aulas na escola e as restantes em modo não presencial; regresso da telescola. Contudo, as indicações do SE Costa aos directores têm sido bem mais simples e taxativas.